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2022-09-25 19:47:38 By : Mr. Bruce Zhao

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Um caso de leishmaniose foi confirmado a cada dois dias em Minas Gerais neste ano. Até o momento, foram confirmados 97 casos humanos pela Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG). Neste período, dez pessoas morreram por complicações da doença, sendo uma delas um bebê de apenas 1 ano e 11 meses na cidade de Patos de Minas, no Alto Paranaíba. 

Ainda segundo dados da secretaria, no ano passado, foram registrados 219 casos e 23 mortes. Em nota, a pasta disse que "a Leishmaniose Visceral (LV) é uma doença endêmica do Estado de Minas Gerais", ou seja, circula ao longo do ano todo e com uma certa previsibilidade de ocorrência de casos e mortes. 

Para manter a doença controlada no Estado, a secretaria diz seguir o  Programa de Vigilância e Controle da Leishmaniose Visceral que preconiza: notificação e investigação de casos humanos suspeitos, diagnóstico e tratamento no SUS, diagnóstico e controle do reservatório doméstico da Leishmaniose Visceral, controle químico da população de vetores de acordo com a classificação epidemiológica dos municípios, manejo ambiental e ações de educação em saúde. 

Segundo a Fiocruz a enfermidade é “causada por parasitas do gênero Leishmania, transmitidos por algumas espécies de insetos flebotomíneos, também conhecidos como mosquito palha, tatuquira ou birigui. A doença pode ser classificada em duas formas: leishmaniose tegumentar ou cutânea (LT), que ataca a pele e as mucosas; e a visceral ou calazar, que sobrecarrega os órgãos internos, como o fígado, baço e medula óssea”, explica a entidade. Ainda segundo o órgão, doenças causadas por bactérias (principalmente pneumonias) ou manifestações hemorrágicas são as causas mais freqüentes de morte nos casos de leishmaniose visceral, especialmente em crianças.

Não há vacina contra as leishmanioses humanas. Então, o combate deve ocorrer por meio do controle de vetores e dos reservatórios, proteção individual, diagnóstico precoce e tratamento dos doentes, manejo ambiental e educação em saúde. 

Segundo informações do Ministério da Saúde, a doença não é contagiosa nem se transmite diretamente de uma pessoa para outra, nem de um animal para outro, nem dos animais para as pessoas. A transmissão acontece só por meio da picada do mosquito fêmea infectado. Na maioria dos casos, o período de incubação é de 2 a 4 meses, mas pode variar de 10 dias a 24 meses.

A Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig) informa que a paciente foi admitida no Hospital Regional Antônio Dias (HRAD) no dia 2 de julho, sábado, e foi assistida pela equipe médica e multiprofissional da unidade. 

Na sexta-feira, dia 1º de julho, não havia médico pediatra no hospital para acompanhamento da hemotransfusão. Por isso, o procedimento teve que ser realizado na UPA, com o devido monitoramento da central de regulação, que intermediou a realização da transfusão junto ao Hemonúcleo de Patos de Minas. 

Devido ao agravamento do caso e necessidade de terapia intensiva, a paciente precisou ser transferida do HRAD, que não possui CTI Pediátrico, para outra unidade de saúde, por meio de compra de vaga pela regulação estadual.

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